A pesquisa de satisfação com funcionários tem se tornado uma obrigatoriedade para as empresas que desejam se solidificar no mercado e/ou manter um relacionamento com os seus profissionais pautado na transparência e no respeito às suas impressões e necessidades.

A questão, que vem ganhando cada vez mais força, não é a de se fazer tais estudos ou não e, sim, com qual periodicidade eles devem ser realizados junto à equipe. Afinal, após encontrar as falhas, agilidade e precisão são quesitos básicos para a resolução satisfatória dos problemas institucionais.

Se você reconhece a importância da pesquisa de satisfação e quer conhecer mais sobre o assunto, acompanhe este post e descubra!

Por que fazer pesquisa de satisfação com os funcionários?

Ao longo dos anos, a sociedade percebeu que a coletividade tem mais força do que a individualidade. Grandes mudanças e revoluções ocorreram por causa da união de ideias e da troca de informações entre os sujeitos.

No contexto mercadológico, essa proposição não é diferente. Empresas que querem alcançar a excelência deixaram de operar no modo em que apenas diretores e gestores tinham voz, e passaram a ouvir o que toda a equipe tem a dizer.

E o melhor meio para realizar essa ação é a pesquisa de satisfação com os próprios funcionários. Esse instrumento tornou-se fundamental para melhorar o ambiente organizacional e, quando feita corretamente, aumenta significativamente a lucratividade do negócio.

Isso acontece porque, ao constatarem que suas percepções e expectativas têm importância para a organização, os colaboradores se sentem pertencentes àquele local. Esse fato aumenta a sua motivação, seu empenho e, consequentemente, sua produtividade.

No entanto, para mensurar a satisfação dos funcionários, intuição e suposições não são suficientes. É preciso adotar métodos eficazes que sejam baseados em dados. Além disso, o estudo deve ser feito por profissionais que tenham as competências necessárias à sua realização.

Quais métodos utilizar para realizar a pesquisa?

A metodologia adotada para efetuar a pesquisa pode variar de empresa para empresa, pois cada uma tem a sua necessidade específica. É importante a adoção de ferramentas que se ajustem melhor a esse fator.

Contudo, alguns pontos devem ser observados independentemente do procedimento escolhido. Entre eles estão:

  • linguagem adequada (o vocabulário deve ser simples, visando a compreensão de todos os funcionários que responderão às questões);
  • gramática e ortografia (o questionário deve ser revisado para não conter erros que possam comprometer a credibilidade da pesquisa);
  • extensão (questionários demasiadamente longos são cansativos e desestimulam quem os respondem);
  • confidencialidade (o anonimato garante respostas mais sinceras, pois eliminam o receio de punição);
  • imparcialidade (perguntas tendenciosas não traduzem a realidade vivenciada pelos funcionários na empresa).

Tipos de perguntas

As perguntas de um questionário de pesquisa são um ponto crucial para a garantia do seu sucesso. Para alcançar o resultado que se espera, elas devem buscar informações verdadeiramente relevantes para a empresa.

As questões podem abordar os mais diversos assuntos, entre eles salário, plano de benefícios, equipe, clima organizacional, cultura, estrutura física da corporação, comunicação interna e atuação das lideranças.

É preciso que elas sejam objetivas e diretas, para que não haja ambiguidades ou equívocos. Além de buscar informações sobre o que os funcionários pensam a respeito da organização, elas podem convidá-los a compartilhar suas ideias e experiências.

Regularidade

Muitas empresas realizam a pesquisa de satisfação uma vez por ano. Entretanto, o ideal é que ela seja feita sempre que alguns sintomas forem observados com mais frequência, ou até mesmo para evitar que esses problemas surjam.

Criar uma cultura de feedback mútuo e regular, com intervalos mais curtos, agiliza a implementação de soluções e mudanças no cenário empresarial. Desse modo, a organização garante a satisfação do funcionário ao atendê-lo rapidamente em suas necessidades. E ela, por sua vez, terá como retorno o engajamento de seu time.

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Após a consideração desses quesitos, é hora de pensar no método mais apropriado para que a organização alcance o seu objetivo. Listamos, abaixo, alguns exemplos de pesquisa que podem ser úteis, acompanhe:

Formulários

O preenchimento de formulários é o meio mais tradicional para se fazer uma pesquisa. Eles podem ser aplicados por e-mail, fichas de papel, telefone, entre outros. Suas perguntas devem ser diretas e objetivas.

As repostas dos formulários podem ser no modelo “sim”, “não” e “talvez”; em escalas, por exemplo, a escala Likert; múltipla escolha, na qual o respondente pode marcar apenas uma opção (ou as que mais lhe aprazem); e o tipo aberta, quando o funcionário pode escrever livremente o que pensa.

eNPS

O Employee Net Promoter Score (eNPS) é uma versão do NPS — pesquisa de satisfação de clientes, porém voltada para os profissionais de uma organização. Ele é um questionário simples, contendo, no máximo, três perguntas.

A questão principal deve ser sobre a probabilidade do colaborador recomendar a empresa para um amigo ou parente. Suas respostas são em forma de escala, mas ao final pode-se deixar um espaço aberto para observações, sugestões etc.

Grupos focais

Formados por uma reunião, cujo o número pode variar de 6 a 12 pessoas, os Grupos Focais (“focus group” ou “discussão em grupo”) são um tipo de pesquisa qualitativa que visa obter informações por meio das interações estabelecidas entre seus participantes.

Nesse método, geralmente há a presença de um moderador que conduz as conversas por meio de um roteiro. São observados tanto as falas quanto as expressões faciais e a linguagem corporal dos integrantes do grupo. Tudo é levado em conta para avaliar o nível de satisfação ou de insatisfação dos indivíduos.

Waggl

A Waggl é uma plataforma de feedback online que permite aos funcionários de uma empresa não só responderem à sua pesquisa, mas serem verdadeiramente ouvidos por ela. Com suas perguntas bem elaboradas e suas métricas inteligentes é possível mensurar as respostas e absorver a essência das ideias expostas.

O estudo é versátil e interativo. Pode ser respondido por meio de smartphones, tablets, computadores etc. Dessa forma, a tomada de decisões de líderes e gestores ganha um reforço para que se tornem mais ágeis, podendo gerar soluções rápidas para os problemas detectados.

Com o seu algoritmo de crowdsourcing, a Waggl cria um clima de colaboração e incentiva a participação de todos os colaboradores na pesquisa. Os participantes também têm o anonimato garantido, o que lhes dá maior segurança.

Além disso, a transparência do processo facilita o diálogo entre pesquisadores e respondentes, assegurando a confiança na companhia. E é assim que todas as vozes, de todos os níveis hierárquicos são ouvidas a apreendidas.

Por fim, a plataforma tem customização e facilidade na hora de visualizar e interpretar os dados obtidos por meio das pesquisas de satisfação. E esses são grandes diferenciais para que os gestores analisem os resultados com mais rapidez.

A atuação de um profissional na organização, geralmente, está ligada à sua experiência e à sua vivência dentro dela. Funcionários insatisfeitos são sinônimo de improdutividade, aumento de erros, retrabalho, perdas, alta rotatividade e, por vezes, processos trabalhistas.

Fazer a pesquisa de satisfação com funcionários de forma correta, regular e assertiva, buscando a colaboração de todos, traz resultados positivos no curto e no longo prazo. E com a transformação do clima no ambiente a satisfação é assegurada.

Este post foi útil para você? Então, entre em contato conosco e saiba como podemos lhe ajudar a realizar a sua pesquisa de satisfação de maneira muito mais eficaz!

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