Sua busca por ideias inovadoras na gestão de pessoas é a mesma de muitos líderes, mas é preciso ir além do bê-a-bá do engajamento.

Hoje, as empresas buscam se alinhar às tendências de valorização e potencialização do capital humano, mas ainda falham em um ponto essencial: ouvir seus colaboradores.

Se você pensou nas pesquisas do RH, saiba que o processo de escuta vai muito além das ferramentas tradicionais.

Neste guia, vamos explorar os principais conceitos que estão inovando a gestão de pessoas e ampliando as vozes dentro das empresas.

No final, você saberá como colocar essas ideias em prática para cuidar dos seus ativos mais valiosos. 

8 ideias inovadoras na gestão de pessoas

Você quer ideias inovadoras na gestão de pessoas para investir no seu capital humano?

Então confira nossa lista com os principais conceitos e tendências.

1. Employee Voice

Para além do conceito de employee experience, que define a experiência do colaborador como um todo, temos o employee voice — a voz dos colaboradores.

Basicamente, essa ideia representa a comunicação entre empresa e pessoas, que permite a participação coletiva nas decisões e envolvimento com os objetivos do negócio.

Por isso, se você quer inovar na gestão de pessoas, dar voz aos seus colaboradores é um ótimo começo.

Vale lembrar que os profissionais que se sentem ouvidos pela empresa têm quase cinco vezes mais chances de alcançar seu desempenho máximo no trabalho, segundo uma pesquisa da Salesforce realizada em 2018.

Então, será que você sabe o que seus liderados pensam e sentem?

Esse processo de escuta pode alavancar seus níveis de engajamento e agregar insights valiosos para o negócio, uma vez que as pessoas são sua principal fonte de inovação e vantagem competitiva.

2. Liderança colaborativa

Uma das ideias mais inovadoras na gestão de pessoas — e no mundo dos negócios em geral — é o novo papel do líder.

Antigamente, liderar significava ter todas as respostas e dizer às pessoas o que fazer, do topo de uma posição de comando.

Hoje, já não há mais espaço para esse modelo tradicional em um mundo de transformações rápidas, que exige muito mais flexibilidade na gestão.

Por isso, o novo líder precisa ser humilde o suficiente para fazer as perguntas certas, ouvir sua equipe e unir as pessoas em torno de objetivos comuns. 

Se antes a regra era concentrar poder, agora é preciso dividir as responsabilidades com todos, promovendo o engajamento e cooperação na empresa.

Considerando que todos fazem parte do contexto e podem chegar às soluções ideais, o líder precisa ser capaz de captar os insights de seus liderados e aproveitar todo o conhecimento que esses profissionais trazem em sua bagagem. 

Assim, a liderança colaborativa é a chave para iniciar um diálogo sincero com as pessoas e construir o futuro do negócio coletivamente.  

3. Diálogo autêntico

Para que a voz do colaborador seja ouvida de fato, é fundamental que exista um diálogo autêntico entre líderes e liderados.

Na base dessa conversa está o respeito mútuo: o reconhecimento das necessidades da empresa e de seus funcionários. 

Logo, você precisa conhecer seus colaboradores e levar suas aspirações e desejos em conta, mas eles também devem considerar os objetivos e demandas da organização.

Quando há esse acordo entre as partes, a comunicação flui livremente, por meio de diálogos saudáveis que facilitam a escuta ativa dentro da empresa. 

4. Escuta ativa

Praticar a escuta ativa significa escutar atentamente o que o outro tem a dizer, buscando compreender suas intenções, preocupações e expressões. 

Na gestão de pessoas, esse conceito é fundamental para se conectar aos colaboradores e garantir uma comunicação eficaz. 

Geralmente, o diálogo nas empresas se resume a uma pesquisa de satisfação anual ou avaliação de desempenho, que não são — nem de longe — suficientes para compreender os anseios dos colaboradores.

Na opinião de Michael Papay, cofundador e CEO da Waggl, um dos pilares da escuta ativa é justamente a frequência, pois é preciso ouvir as pessoas com regularidade.

O outro pilar é a ausência de julgamentos, uma vez que a verdadeira escuta não pode ser enviesada por perspectivas e preconceitos pessoais. 

Logo, você precisa garantir que as pessoas possam contar suas histórias e dar opiniões sobre o negócio, adotando um diálogo permanente e aberto à participação de todos — sem distinções e pré-julgamentos.

5. Cultura conectada

Nada ilustra melhor o sucesso da gestão de pessoas do que uma cultura conectada, onde todos compartilham suas visões e cooperam entre si. 

Mas essa é uma obra que precisa ser construída em longo prazo, tendo como fundação os valores e princípios da empresa. 

Para começar, você deve definir quais valores estão na base da organização, despertando um senso coletivo ao redor desses elementos. 

Quando as pessoas se identificam com a essência da empresa e se sentem representadas por ela, a vontade de participar e fazer a diferença é contagiante

Não à toa, o chamado “fit cultural” é um dos principais critérios das empresas para contratar e dos profissionais para aceitar um emprego. 

6. Inclusão e pertencimento

Uma gestão de pessoas verdadeiramente inovadora precisa garantir duas prioridades: a inclusão e o pertencimento

O sentimento de inclusão surge quando os colaboradores são livres para participar, dar sugestões, compartilhar suas ideias e opinar sobre qualquer assunto — independentemente do nível hierárquico.

Afinal, as grandes ideias podem surgir de qualquer lugar, da alta cúpula executiva ao operacional. 

Já o senso de pertencimento é o êxito em fazer parte da organização e sentir-se importante para o sucesso do negócio, que impulsiona os colaboradores a trabalharem em equipe.

Ao dar voz às pessoas do jeito certo, você estará promovendo uma cultura mais inclusiva, onde todos se sentem parte do todo e conhecem seu papel na organização. 

7. Transparência acima do controle

Um dos maiores desafios para inovar a gestão de pessoas é colocar a transparência acima do controle.

De modo geral, as empresas estão prontas para aplicar pesquisas avançadas, processar dados com algoritmos e fazer suas recomendações do topo para a base. 

Mas toda essa tecnologia não é suficiente para melhorar a escuta, inclusão e transparência

Afinal, não basta coletar dados de pesquisas e tirar conclusões entre os líderes, direcionando os colaboradores sem ouvi-los no processo.

Por isso, se você quer reinventar o RH, precisa aceitar a ideia de empoderamento das pessoas e a relativa perda de controle sobre a comunicação.

Muitas vezes, os CEOs limitam a participação coletiva por receio de ouvir o que não querem.

Ao superar essa barreira, você terá condições de abrir um diálogo transparente e aproveitar todos os benefícios de ouvir seus colaboradores — os mais preparados para avaliar e dar ideias sobre o seu negócio.  

Além disso, a transparência é essencial para o alinhamento, unindo todos na direção dos objetivos da empresa. 

8. Aprimoramento contínuo

Vamos às palavras de Michael Papay sobre o processo de inovação na gestão de pessoas:

“Esta é uma jornada sem fim em busca do aprimoramento contínuo. Mesmo que você pense que está fazendo um ótimo trabalho, é importante ter a humildade de checar novamente, pois tudo pode ser melhorado”.

Ou seja: sempre há espaço para melhorar o diálogo com seus colaboradores e impulsionar seu capital humano.

Para isso, você precisa revisar e monitorar constantemente suas iniciativas de comunicação, perguntando diretamente às pessoas o que pode ser aprimorado.

Hoje, a maioria das empresas está tentando gerenciar seu engajamento, mas poucas se preocupam em melhorar a conexão com as pessoas e avançar coletivamente — esse pode ser o seu grande diferencial.

Como implementar ideias inovadoras na gestão de pessoas

Agora que você já conheceu as principais ideias inovadoras na gestão de pessoas, é hora de partir para a prática.

Uma das primeiras soluções que vêm à mente é “bem, se precisamos ouvir as pessoas, vamos fazer uma pesquisa”.

Mas, como diz Michael Papay, “ninguém levanta de manhã pensando ‘tomara que minha empresa me envie uma pesquisa hoje’”. 

Mesmo assim, as pessoas querem ser ouvidas, querem saber que suas opiniões importam e querem ver suas ideias sendo implementadas em projetos reais.

Então, ao invés de capturar um monte de dados em uma pesquisa padrão, que tal fazer perguntas online e compartilhar as respostas entre todos?

Isso já é possível com a solução revolucionária da Waggl: uma plataforma de crowdsourcing online que funciona a partir das pesquisas pulso, ampliando a frequência de escuta e coletando informações de forma simples, rápida e transparente.

Funciona assim:

  1. Você cria perguntas bem elaboradas, com métricas inteligentes que conseguem mensurar as respostas e capturar a essência das ideias.
  2. Os participantes respondem a questões fechadas e a uma pergunta aberta para avançar à etapa de votação..
  3. Os participantes votam nas respostas pareadas em um sistema intuitivo, que cria um ranking com as melhores opiniões, potencializando a visão coletiva.
  4. Você e todos os participantes acompanham os resultados em tempo real, identificando os melhores insights e para tomada de melhores decisões.
  5. Os colaboradores se sentem ouvidos e notam, no dia a dia, ações e medidas práticas tomadas a partir dos seus inputs. 

Assim, todos podem aprender uns com os outros e participar coletivamente das decisões, alavancando a inovação e o desempenho na empresa.

Quando você publica uma pesquisa pulso, está dizendo: “Pessoal, esta é a situação. E agora, o que vamos fazer a respeito?”

Assim, o “eu” sai de cena para dar lugar ao “nós” na gestão — o verdadeiro caminho para a inovação a partir da inteligência coletiva. 

Para começar a revolução na sua empresa o quanto antes, agende uma demo e comprove os diferenciais da Waggl para uma gestão de pessoas mais inovadora.